Aug 29, 2007
Aug 20, 2007
Nada de crises com o aniversário chegando nem nada disso. Isso acontece todo ano mesmo e ainda tem a parte boa de todo mundo ver no orkut que é dia do meu aniversário e mandar uma mensagenzinha.
Também não são os fios brancos, que agora resolveram ficar rebeldes e nascem crespos na minha cabeleira lisa que nem quiabo, que me apavoram. Se me irritar com eles passo logo uma tinta e fico moça de novo.
As estrias, celulites, dores nas juntas, nas costas... isso não é sinal de velhice, é sedentarismo, ponto.
O que me indica a velhice chegando é meu fígado. Ele não processa mais a cerveja como antes. Resolve me maltratar no dia seguinte, provoca dores de cabeça homéricas, enjôos... esse tipo de coisa que alguns chamam de ressaca.
Pois é, antes não era assim. Podia passar uma tarde num churrasco bebendo e continuar à noite, e depois talvez fosse madrugada adentro e tudo se resolvia com um pão com ovo e uma coca-cola... Este final de semana minha desconfiança de que a velhice se aproximava deixou de ser uma mera desconfiança.
9:30 da noite eu tinha certeza de ser alta madrugada, já enrolava a língua pra falar, esquecia o assunto da conversa no meio dela... feio... hora de ir pra casa.
Ainda bem que tinha um moço sóbrio pra me socorrer e mostrar o caminho até o elevador (não, eu não saí dirigindo, foi o moço sóbrio). E que ele é grande e não sente os efeitos do álcool tão rápido assim.
Mas no dia seguinte a melhor pedida era um chá de boldo mesmo... ou de folha de louro, que também amansa o fígado reclamão.
Jul 27, 2007

Bumblebee, um dos autobots que é responsável por cuidar do adolescente que tem o mapa para o lugar onde está escondido "O Cubo"
Sim, eu fui assistir aos Transformers.
Pois é, concessões que temos que fazer... se ele tem que assistir aos "filmes de menina" comigo, eu tenho que assistir a "filmes de meninos" com ele. Faz parte do acordo.
Mas eu gostei, confesso. Não foi tão estranho...
Tá é verdade que são robôs humanóides extraterrestres com livre arbítrio oriundos da agregação de uma alma a robôs comuns... mais estranho que Inteligência Artificial... mas, deixa pra lá, melhor não tentar entender.
Divertido é o clima de desenho animado misturado com gibi e brincadeira infantil. Tem moral da história, tem os robôs bonzinhos que gostam dos seres humanos e acreditam que eles não devem ser punidos pelos robôs do mal só porque estão destruindo o planeta. No meio da maior briga entre os dois mais poderosos o grande robô bonzinho fala pro outro “eles que devem decidir se merecem o planeta ou não!”. E a voz grave de pastor na narrativa dos fatos, o grande robô chamando os outros perdidos pelas galáxias pra se juntarem no Planeta Terra onde tinham sido bem acolhidos pelos queridos seres humanos... Impagável.
Mas não pode rir no cinema senão chove copo com coca-cola na cabeça.
Os robôs “do bem” (Autobots) se transformam em carros bacanudos, já os robôs “do mal” (Decepticons) transformam-se em tanques de guerra, helicópteros de combate e até em bichos, só coisa feia, os outros são bontinhos.
O moço me explicou que tem os Autobots, os Decepticons, os Insepticons, os Constructicons e mais alguns outros tipos... não sei se entendi muito bem não, então fui procurar num site especializado agora e descobri um monte de outros robôs: os Throttlebots, os Monstrerbots, os Technobots, os Protectobots, os Aerialbots, os Dinobots, as Fêmeas (detalhe aqui é que são só 6, num universo de 95 robôs, preciso falar mais obre “programa de menino”?) os Cientistas e “Médicos”, os “Minicars”, os “Cars”, os Comunicadores e Cassetes e os Líderes.
Mas o melhor é a carinha de bonzinho do carro do menino, o Bumblebee (lá em cima) que se transmuta num Camaro amarelo todo arrebentado e soltando fumaça que tocas músicas românticas pra conquistar a menina. Claro, todo filme tem que ter uma mocinha que não é tão boazinha assim pra ser salva e ser musa do mocinho, mesmo o mocinho mais tonto...
E tem os “hackers” adolescentes que descobrem que o invasor do sistema de defesa americano só pode ser extraterrestre.
Viu, muito bom né?!
Também achei, me diverti demais. Ainda mais com as explicações do moço de porque é que aquilo era tão bom. hihihi
Jul 24, 2007
certo, certo, tão fora de foco quanto minha vista na volta da balada, mas dá pra entender...
A rua atravessada pela manada é a principal avenida do bairro e as bolinhas de pelo passando são enormes capivaras!Isso mesmo, uma gigantesca família de capivaras, com mamãe, papai, irmãozinhos, primos , enteados, agregados, vovô, vovó, mais uns parentes distantes, todos passeando pelo centro da cidade numa noite de chuva e nenhuma lua.
"Peraí, que que é isso? Volta! Dá pra dar ré? Meu! São capivaras! Credo, tem mais vindo! Cadê teu celular? Como é que funciona a câmera disso?"
"Vamos seguir mais um pouco, agora eu quero saber pra onde é que elas vão!"

viu, isso é a vida no interior paulista!
Jul 20, 2007

Eu mereço e minhas sócias merecem. Podem aplaudir, podem divulgar, podem pagar cervejas pra nós, nós merecemos!!!
Isso mesmo, nós somos o máximo!!!
Sabe o que que aconteceu?
Um projeto nosso foi publicado numa revista de arquitetura. Não numa daquelas revistas que arquitetos lêem (calma, ainda chegaremos lá...) mas numa dessas que clientes lêem, que pessoas comuns querendo construir procuram pra "tirar idéias". Bom demais, não?
É bem pé no chão mesmo, bem cotidiano... A Di que comentou bonito sobre o ocorrido...
Eu, por enquanto, só tô gritando de tanto orgulho.
O legal é que foi um dos nossos primeiros projetos residenciais, que está realmente sendo construído e foi feito pra um casal de amigos que eu gosto demais...
Ah, tô morrendo de orgulho de nós mesmas!!!
Propaganda da revista agora:
Arquitetura e Construção, reportagem de capa é sobre pisos de madeira, nas páginas 122 e 123 seção projeto.
hahahahah
eu tô rindo sem parar!!!!
Jun 28, 2007
Jun 22, 2007
Meu "eu-cínico" tirou férias por tempo indeterminado, está pensando seriamente em aposentadoria e viver de fazer trabalhos de escritora free-lancer vez ou outra, só a convite especial com data de chegada e de partida.
Tempo atrás recebi um recado aqui, um mantra pra repetir sempre "calma. o amor vem." Pois é, veio.
Dica então: repirem fundo e repitam: "Calma. O amor vem!"
E meus pés não tocam mais o chão...
Jun 12, 2007
Não sendo capaz de decidir entre duas versões da mesma música resolvi postar as duas, a música é linda mesmo, qual o problema de ouvir um zilhão de vezes, certo?
(uma delas só está linkada aqui porque o querido YouTube não está colaborando comigo)
True Love (Cole Porter )
Night and Day written by Cole Porter
Like the beat, beat, beat of the tom tom
When the jungle shadows fall
Like the tick,tick, tock of the stately clock
As it stands against the wall
Like the drip, drip drip of the rain drops
When the summer showers through
A voice within me keeps repeating
You, you, you
Night and day you are the one
Only you beneath the moon or under the sun
Wheather near to me or far it's no matter darling
Where you areI think of you
Day and night, night and day
Why is it so that this longing for you
Follows where ever i goIn the roaring traffics boom, in the silence of my lonely roomI think of you
Night and day, day and night
Under the hyde of me , theres an oh such a hungry yearning burning
Inside of me
And this torment wont be through
Till you let me spend my life making love to you
Day and night, night and day
(pra um certo trompetista...)
Jun 11, 2007
ObituárioA pequena Shys não conviveu muito com sua mãe, o que não impediu que seu instinto maternal aflorasse logo na primeira oportunidade. Teve grande laço de amizade com Raya, a bela vira-latas preta com quem dividiu o aluguel por quase dois anos e que deixou muita saudades na pequena cachorrinha quando passou dessa para a melhor. Para não sofrer tanto com as saudades transferiu todo seu carinho para a pequena Weirmaraner recém acolhida na residência, a quem tratou como uma de suas crias.
Conviveu bastante com sua negra irmãzinha Natasha, brincando muito durante as férias e depois por um período mais longo por conta de uma bolsa sanduíche.
Shys foi mãe de 8 ou 9 crias. Emprenhou apenas uma vez numa visita íntima de Corisco (que copulou e nunca mais deu notícias). Desse caso furtivo pariu 5 filhotes lindos, os outros ela adotou. Adotou a Life e depois a cria renegada da Life, que com sua ninhada de 11 filhotes pretos, nascidos de um amor proibido, não dava conta de amamentar a todos.
Sofreu muito durante toda a vida com as piadas com seu nome, as brincadeiras infames que sempre faziam com que se sentisse enganada, expulsa, traída até... mas no final de sua jornada já não ligava mais pra isso. Conhecia seu papel, sabia de seu poder e usava e abusava dele. Fazia de gato e sapato todos ao seu redor.
Shyspinha hoje está correndo atrás de gambás no Céu dos cachorros feliz e saltitante.
Jun 6, 2007

A Parada do Orgulho Gay é a festa mais colorida da cidade, bate qualquer baile de carnaval. É toda purpurinada, cheia de plumas, paetês e gritinhos histéricos. Adoro! Sempre adorei!
Já estamos na 11ª edição, mas lembro bem da primeira, quando ainda não era tãaaaao grande. Fui com meu pai, ficamos na ilha da Paulista, bem em frente ao Conjunto Nacional vendo todas as tribos passando. Todo tipo de gente... Umas Drag-queens maravilhosas, com aquelas pernas quilométricas sobre saltos gigantescos vermelhos de verniz rebolando feto lagartixas. Logo atrás os machões go-go boys com cuecas de couro e suspensórios... homens lindos... passavam por mim e entregavam cartãozinho da balada pro meu pai, fazendo aquela cara "suma, baranga!" e sorrindo pro véio. Tá, véio não, que meu pai é um coroa bem do bonitão.
Num outro ano eu simplesmente esqueci da Parada. Tava num encontro de estudantes e depois de uma semana trabalhando virando noite voltava de trem de Mogi para São Paulo com um mochilão enorme nas costas. Na baldeação na estação da Sé começo a ouvir um som de criadouro de perus gluglugluglugluglu descendo pelas escadas rolantes, assustada olho pro lado e vejo uma horda de donas cheias de plumas e muita maquiagem brilhando e cantarolando. "AAAAAAAAAH, hoje tem parada gay!!!! Iei!!!!" Liguei correndo pra casa "Paps, vocês vão na Parada né? Tô chegando aí""Estamos saindo já, deixe tua mochila aqui e nos encontre na marquise do Conjunto Nacional..." hahahah fácil! Ponto de encontro um tanto vago, não?!
Voltei correndo pra Paulista e por algum milagre, ou talvez pelo faro mesmo, encontrei minha família. Pai tava em cima de um canteiro olhando tudo por cima, a Mila tava lá no meio da muvuca fotografando tudo "aumentando repertório". De repente vem um carro de som, daqueles trio-elétricos amarelos enormes e Wanderléa lá no alto. Meu pai não se aguenta e grita com toda a força do pulmão dele WANDECAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, tenho certeza de que ela ouviu. Certeza! A mulher vira pra nossa direção e manda um beijinho pro velho. Quase que tive que levar meu pai direto pro hospital carregado pela Drag-enfermeira que passava por ali.
Jun 4, 2007
Tava tão bom o final de semana... no final de semana eu posso não fazer nada sem culpa nenhuma, ou fazer umas coisinhas e também não sentir culpa, mas não fazer nada na segunda feira e ainda ficar esperando pelo feriado da quinta é o fim.
Então eu resolvi por em prática o plano iniciado no final de semana, até porque fiz umas contas e descobri que meu prazo nem é tão grande assim e não dava pra ficar dando bobeira. Então peguei os textos e comecei a ler para escolher meus favoritos.
Quando conseguir compreender os texto estou certa de que minha escolha será mais fácil.
Metida que só eu, resolvi ler na língua original, esse negócio de tradução é superestimado, muito mais gostoso ler como o autor escreveu, com a respiração e as sacadas dele... muito bom também quando você tem domínio da língua dele.
Não é o caso.
Os dois anos de aulas (há pelo menos 5 anos) e uma viagem de 20 dias não foram suficientes pra entender o que Calvino escreve. Agora fico aqui batendo a cabeça, consultando dicionário a cada duas ou três palavras e pagando o mico de ler em voz alta pra ouvir a pronúncia dos zzs, chs, gnis etc, na confiança de que seu significado se iluminará na minha memória.
Cena ridícula.
Mas a desculpa pra retomar meu contato foi bem boa até, a inspiração veio em boa hora. As palavras lidas não são totalmente sem significado aos meus olhos ou ouvidos, fazem parte de uma lembrança, já passaram por aqui, conheço esses sons e essa composição das palavras...
Quando entrei na faculdade de arquitetura e percebi que grande parte da bibliografia do curso era em italiano e que meu inglês pouco me adiantaria ali, corri fazer minha matrícula numa escola de Italiano. Eu e um namorado, que se orgulhava das raízes italianas e do nariz grande. Eu, como boa nerd que sempre fui, pegava no pé com os estudos, fazia os exercícios todos, mesmo que fizesse dentro do ônibus à caminho da aula, mas fazia. Queria uma tal duma bolsa de estudos no exterior, um convênio da minha faculdade com alguma faculdade na península Apenina, mas que depois desisti. Não porque não tivesse aprendido o idioma, mas porque descobri que minha curiosidade ia para outro lado, não para aquele que a escola se voltava (isso é tema pra outro post, não este).
O namoro terminou, as aulas continuaram mais um pouco e depois a professora mudou de ramo... eu larguei os estudos, contentando-me com um pouco de cinema italiano esporadicamente. Agora tô sentindo falta.
Deve estar na hora de voltar a estudar. Acho que é isso... Talvez um pouquinho de Italiano, depois Francês (que só tive contato por 6 meses enquanto morava na Inglaterra... não fez sentido, né? qualquer dia explico), Espanhol... Espanhol também é gostoso de falar... não tanto quanto italiano e também não acho a língua tão sexy... Talvez um dia encare um alemão, será?
Talvez se eu parar de ficar só falando e sentar a bunda na cadeira direitinho meu projetos tomem corpo mais sólido... talvez o mestrado saia e não reclame mais de tempo parada... só da falta de tempo pra fazer tudo o que preciso.
Muito mais gostoso reclamar da falta de tempo.
Jun 1, 2007
Pois é, o ocorrido foi assim:
Saímos as duas pra levar um projeto pra marmoraria, fazer um orçamento e escolher umas pedras. Estávamos comemorando o fato de o carro da Cuca ter saído da oficina no dia anterior, depois de mês e meio de funilaria.
Tranquilamente conversando sobre o preço do granito e a escolha que o cliente faria (provavelmente diferente da nossa) , eis que surge uma viatura policial atravessada no meio da pista, 2 guardas. Enquanto um dava um sinal que entendemos como "diminua a velocidade" o outro saía pela outra porta do carro. O outro sacou a arma, abaixou protegido pela viatura e apontou pro carro atrás do nosso, o um foi fechando a nossa saída e tentava se proteger com o nosso carro. Entendemos aí o sinal " pare o carro e abaixe". Ah tá! uma olhou pra cara da outra "Diminua a velocidade e entre na Vila, mas não pare! Passa por cima!"
Antes ele do que nós, certo?!
Eles só esqueceram que ladrão não tem muito respeito pelas leis de trânsito, e que invadir a pista na mão errada nem é tão grave assim durante uma fuga, ou eles acharam que o cara tava preocupado com a multa?
E vocês achando que ser arquiteta é moleza... Profissão de risco...
Hoje o risco foi durante o almoço.
"Manhê, manhê, vem ver, eles prenderam o cara, ele tá lá dentro do camburão" "manhê, vem ver, vem ver, eles tão tirando a gasolina da moto" "manhê, aquele negócio já desceu a coisa, vem ver!""vou lá ver só mais um pouquinho tá?!""ah, manhê, eles já foram embora"
E eu lá, tentando almoçar...
May 30, 2007
Do vazio que se estabelece depois de rompimentos, que é fim, e que é preparação do terreno pra situações novas. É incômodo, é pentelho, não dá chão, nem colo, é incontrolável, não adianta ir contra, têm que se entregar pro vazio... um dia o oco cansa e se deixa preencher.
Aí que começa a parte gostosa.
Mas não vou mais me aprofundar sobre o vazio, porque apesar de reconhecer sua importância, não gosto dele.
Numa aula de estruturas na faculdade de arquitetura o professor tentava explicar como funcionavam os agregados do concreto, que a areia preenche o espaço entre os pedriscos, que por sua vez preenche o espaço entre as britas nº1, as nº2 e por aí vai, até que se acrescente o cimento e a água que vão ocupar os últimos pequenos espaços que sobraram pra fazer tudo virar uma coisa só. E depois da cura ele é estrutura.
À estrutura somam-se a vedação, as entradas de luz, de ar, as passagens, os locais de ficar um pouquinho e os de ficar muito tempo... E recomeça a lida de preencher os espaços, pra trazer aconchego, calor e refresco, a impressão da personalidade, a adaptação aos jeitos de usar, os móveis, os tapetes, toda a firula, que são elementos mutáveis, que se acumulam ao longo do tempo, que podem sofrer reformas, receber pinturas novas e luzes diferentes.
Essa parte, o preenchimento do vazio, que é a mais gostosa, é recompensa pelo tempo da cura.
May 29, 2007
Escrever melhora tudo... melhorou a cólica da sexta, porque não resolveria agora.
O que desencadeou minha vontade criminosa foi avacalhação da produção de Grey's Anatomy que passou três episódios tentando matar a personagem principal.
Eu sei que não se mata personagem principal, muito menos a personagem que dá nome à série, que às vezes eles são colocados na geladeira um pouquinho pra baixar o salário milionário, ficam um ou dois episódios como figurantes, mas não saem de cena... Agora, precisa fazer a gente sofrer tanto assim??? A ponto de pensar em baixar na internet o próximo episódio, só pra acabar com angústia da semana de espera?
No primeiro dos três episódios da enrolação a mocinha tenta se afogar na banheira e é salva pelo lindíssimo namorado herói, no final ela é atirada ao mar depois de socorrer um ferido duma explosão da balsa e a única testemunha da queda é uma menininha catatônica que estava com ela. Uma semana sofrendo com o possível afogamento da protagonista. Segundo episódio: o herói vê a menininha sozinha e pergunta pela namorada, a menina aponta pro mar e ele pula pra salvá-la, como se já não bastasse a semana inteira dentro da água, o resgate da moça azulzinha só acontece lá pela metade do episódio. No final, toda a equipe de cirurgia em volta da mesa com a moça azul toda entubada e sem pulso... piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... uma semana ouvindo o piiii daquela maquininha que marca se o coração tá batendo ou não.
Ontem finalmente acabou... credo, que episódio mais tenso... todo fantasmagórico, cheio de personagens-pacientes que marcaram os momentos mais tensos... olhos lacrimejando do princípio ao fim. Xingos todo início de comercial. Pra quê pausa nessas horas??? "ela não vai morrer, eu não vou deixar morrer a filha da Ellis Grey" "manhê, eu quero fazer cocô na casa do Pedrinho!" afff
May 28, 2007
Terminei de assistir agorinha mesmo e tive que criar o link:

